quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Laudo médico manda Genoino voltar para a cela
Junta médica aponta que não há gravidade em doença de petista que tem que cumprir 4 anos de prisão
Um laudo realizado por uma junta médica da UnB (Universidade de Brasília) concluiu que a doença cardíaca do deputado federal licenciado José Genoino (PT-SP) não é grave. Assim, cai por terra os argumentos da defesa do ex-presidente nacional do PT de que ele deve continuar a cumprir a pena de quatro anos e oito meses por corrupção ativa em casa (Genoino ainda recorre da condenação de dois anos e três meses por formação de quadrilha). “O conceito de doença vascular grave não se aplica ao presente caso”, diz o documento.
Os médicos afirmam também que não é “imprescindível a permanência domiciliar fixa” de Genoino, ou seja, ele pode voltar para atrás das grades porque não há risco de morte, segundo o laudo. Na sexta-feira, após passar mal na Penitenciária da Papuda e seu advogado ter dito que Genoino teve um princípio de enfarte, o que foi desmentido pelo hospital no dia seguinte, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, concedeu ao mensaleiro o benefício do regime domiciliar. No domingo, Genoino foi para a casa de parentes, em Brasília. Ainda de acordo com o laudo médico, o petista deve se submeter a acompanhamento ambulatorial periódico e tomar remédio por tempo indeterminado. A expressão de que “não é imprescindível a permanência domiciliar fixa” do réu é repetida quatro vezes no documento médico.
Ontem, sem autorização do STF, uma outra junta médica da Câmara examinou Genoino para avaliar seu pedido de aposentadoria por invalidez. Depois de ser condenado no mensalão, o deputado quer receber, sem trabalhar, o salário de R$ 26,7 mil. Na semana passada, após manobra do PT, a Mesa Diretora adiou a abertura do processo de cassação contra Genoino e, assim, conseguir
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